Adubos (fertilizantes) continuam sendo os produtos mais importados



Aracaju, 09 de novembro de 2018

A balança comercial de Sergipe fechou o mês com déficit de US$ 5,52 milhões. Foram US$ 3,85 milhões de exportações e US$ 9,38 milhões de importações. 

A balança comercial sergipana fechou o mês de outubro com déficit de US$ 5,52 milhões. Em comparação ao mês anterior, houve retração nas exportações (-33,9%) e nas importações (-58,4%).

Essas informações integram o Radar do Comércio Exterior, elaborado pelo  Observatório de Sergipe, instância vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento Gestão (SEPLAG), que traz informação sobre a balança comercial, importações e exportação de Sergipe.

Os sumos de frutas foram os principais produtos exportados, 58,6%. Já nas importações, o destaque ficou com adubos (fertilizantes), 27,8%.

Bélgica, com sumos de frutas, é o principal país comprador dos produtos sergipanos, com uma participação de 31,8%. Já Marrocos, sobretudo com adubos, é o principal vendedor, responsável por 24,5% do total das importações.

 

Publicação completa aqui – Outubro 2018

Aracaju registra inflação de 0,52 % em outubro



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro para Aracaju foi de 0,52%. Em comparação ao mês anterior, quando o índice para a capital sergipana foi de 0,08%, houve acréscimo de 0,44 ponto percentual (p.p.). No Brasil, o índice ficou em 0,45% frente ao 0,48% registrado em setembro. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que desde o mês de maio passou a incluir Aracaju na sua pesquisa sobre índices de inflação: IPCA e INPC.

No tocante às capitais brasileiras, os maiores índice foram observados em Porto Alegre (0,72%), Campo Grande (0,71%), Vitória (0,70%) e Fortaleza (0,63%). Aracaju ficou na oitava posição. Já os menores foram registrados em Belo Horizonte (0,41%), Brasília (0,41%), São Luís (0,37%),  Recife (0,21%) e Rio de Janeiro (0,21%).

Em Aracaju, entre os noves grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas ‘educação’ (-0,05%) apresentou deflação no mês de outubro. Nos grupos com maiores taxas inflacionárias estão ‘vestuário’ (1,01%), ‘despesas pessoais’ (0,73%), ‘alimentação e bebidas’ (0,71%), ‘transportes’ (0,68%) e ‘artigos de residência’ (0,62%).

Vestuário é o segmento com maior alta

No segmento ‘vestuário’, ‘roupa masculina’ e ‘roupa feminina’ encareceram, 1,66% e 1,60%, respectivamente. No segmento ‘despesas pessoais’, ‘serviços pessoais’ apresentou aumento de 0,93%. Já no grupo ‘alimentos e bebidas’, que possui maior peso nas despesas da família, o item  ‘tubérculos, raízes e legumes’ registrou maior alta (5,83%). Nos segmentos ‘transportes’ e ‘artigos de residência’, os destaques foram ‘combustíveis (veículos)’, (2,40%) e ‘TV, som e informática’ (1,68%).

Quanto à deflação no grupo ‘educação’, foi provocada pelo item ‘papelaria’ (-1,48%).

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que tem por objetivo a correção de compra dos salários, registrou resultado positivo no mês de outubro (0,6%). Em setembro, o mesmo índice foi de -0,17%. No país, o índice ficou em 0,4% frente a 0,3% do mês anterior.

 

Publicação completa aqui: Outubro 2018

Imagem: retirada da net (pixabay)