1 de dezembro de 2020
Expectativa de vida dos sergipanos passa de 73,2 para 73,4 anos
A esperança de vida ao nascer em Sergipe passou de 73,2 para 73,4 anos entre 2018 e 2019. Os dados são da Tábua de Mortalidade, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisada pelo Observatório de Sergipe. O resultado, que ficou abaixo da média nacional (76,6 anos), foi o sexto maior da Região Nordeste.
Enquanto homens vivem em média 69,2 anos, as mulheres têm uma esperança de 77,7 anos de vida. O estado registrou a quarta maior diferença de esperança de vida entre homens e mulheres no país. Elas vivem 8,5 anos a mais do que eles. De acordo com o IBGE, a diferença na expectativa de vida entre os gêneros se deve pela maior mortalidade da população masculina por causa externas, como homicídios e acidentes de trânsito.
Entre as unidades da federação, a maior expectativa de vida foi verificada em Santa Catarina (79,9 anos), com 3,3 anos acima da média nacional, e a menor, no Maranhão (71,4 anos).
📉 A mortalidade infantil (menores de 1 ano) em Sergipe caiu de 14,8 por mil em 2018 para 14,1 por mil em 2019
A probabilidade de um recém-nascido não completar o primeiro ano de vida era de 14,1 para cada mil nascimentos, ficando abaixo da taxa de 2018 (14,8). O índice, que superou o do Brasil, 11,9 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos, foi o quinto menor da Região Nordeste.
Entre as unidades da federação, a menor taxa de mortalidade infantil foi a do Espírito Santo (7,8 por mil) e a maior, do Amapá (22,6 por mil).
Fonte: IBGE. Elaboração: Observatório de Sergipe

